terça-feira, 20 de janeiro de 2015

OCEANO ESTÁ Á BEIRA DE UMA EXTINÇÃO EM MASSA

ESTUDO DESCOBRE QUE O OCEANO ESTÁ À BEIRA DE UMA EXTINÇÃO EM MASSA

CIENCIA oceanos-extincao-838x550
De acordo com uma análise inovadora de dados de centenas de fontes, os seres humanos estão na iminência de causar danos sem precedentes para os oceanos e os animais que vivem neles.
"Podemos estar sentados em um precipício de um grande evento de extinção", disse Douglas J. McCauley, ecologista da Universidade da Califórnia em Santa Barbara (EUA), um dos autores da nova pesquisa.
A boa notícia é que ainda há tempo para evitar uma catástrofe. Em comparação com os continentes, os oceanos estão em sua maior parte intactos e selvagens o suficiente para recuperar sua saúde ecológica.
O quadro perigoso
Estudos científicos sobre a saúde dos oceanos são muito sujeitos a incertezas. É mais difícil para os pesquisadores julgar o bem-estar de uma espécie que vive debaixo d'água, milhares de quilômetros de distância, do que acompanhar a saúde de uma espécie em terra.
Além disso, as poucas mudanças que os cientistas observam, em especial nos ecossistemas oceânicos, podem não refletir as tendências em todo o planeta.
Dessa forma, para criar uma imagem mais clara da saúde dos oceanos, a nova pesquisa reuniu dados a partir de uma enorme variedade de fontes, de descobertas fósseis a estatísticas de transporte de contêineres modernos, capturas de peixe e mineração dos fundos marinhos.
Enquanto muitas das informações já existiam, nunca tinham sido justapostas desse modo.
Como resultado, os cientistas concluíram que há sinais claros de que os seres humanos estão prejudicando os oceanos em um grau notável. Algumas espécies estão sendo mais exploradas que outras, mas os maiores danos ainda vêm de perda de habitat em larga escala.
Os recifes de corais, por exemplo, diminuíram em 40% em todo o mundo, em parte como resultado do aquecimento do clima causado pelo homem.
Alguns peixes estão migrando para águas mais frias, mas espécies menos afortunadas podem não ser capazes de encontrar novos lares. Ao mesmo tempo, as emissões de carbono estão alterando a química da água do mar, tornando-a mais ácida, o que também pode prejudicar os animais marinhos.
As operações de mineração é mais um fator que está transformando o oceano. Os contratos de mineração dos fundos marinhos cobrem milhares de quilômetros quadrados debaixo d'água, destruindo ecossistemas únicos e introduzindo poluição no mar profundo.
Apenas por enquanto
Até agora, os mares tinham sido, em grande parte, poupados da carnificina vista em espécies terrestres.
O registro fóssil indica que um grande número de espécies animais extinguiram-se quando os seres humanos chegaram em continentes e ilhas. Por exemplo, o moa, um pássaro gigante que viveu na Nova Zelândia, foi dizimado na chegada dos polinésios a região em 1300, provavelmente dentro de um século.
Depois de 1800, com a Revolução Industrial, as extinções em terra só aceleraram. Passamos a alterar o habitat dos animais selvagens, detonando florestas, arando pradarias e estabelecendo estradas e ferrovias em todos os continentes.
Ao longo dos últimos cinco séculos, os pesquisadores registraram 514 extinções de animais terrestres. No entanto, extinções documentadas no oceano são muito mais raras.
Antes de 1500, algumas espécies de aves marinhas são conhecidas por terem desaparecido. Desde então, os cientistas documentaram apenas 15 extinções, incluindo a foca-monge do Caribe e a vaca-marinha-de-steller.
Provavelmente estes números são subestimados.
Fundamentalmente, somos predadores terrestres, segundo o Dr. McCauley. Mas isso não significa que o mar esteja a salvo. Muitas espécies marinhas que se tornaram extintas ou ameaçadas dependem da terra – como aves marinhas que nidificam nas falésias, tartarugas que põem ovos nas praias etc.
Ainda assim, há tempo para os seres humanos pararem esse dano. O Dr. McCauley e seus colegas argumentam que limitar a industrialização dos oceanos em algumas regiões poderia permitir que espécies ameaçadas se recuperassem em outras.
Os cientistas também acham que reservas têm de ser concebidas com a mudança climática em mente, de modo que as espécies escapem de altas temperaturas e acidez.
Por fim, a desaceleração das extinções nos oceanos precisa de grandes cortes nas emissões de carbono, também. Coisa que o homem não tem conseguindo fazer e nem parece estar se esforçando para tentar.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

RIO GRANDE DO SUL, GAÚCHO COM REQUINTES DE CRUELDADE TRANSPORTA COBRA EM PACOTE DE CORREIOS

COBRA ENVIADA PELOS CORREIOS É APREENDIDA EM PASSO FUNDO, RS

Animal foi enviado do Espírito Santo por encomenda expressa. Remetente e destinatário vão ser multados e responder por maus-tratos.
RS passofundo cobra sedex75Imagem: Reprodução RBS TV
Funcionários dos Correios de Passo Fundo, no Norte do Rio Grande do Sul, encontraram uma cobra dentro de uma encomenda nesta sexta-feira (16). Um aparelho de raio X detectou o animal dentro da caixa.
A encomenda expressa guardava uma periqui-tambóia: serpente natural da Amazônia, que não é venenosa. O animal foi despachado há três dias no Espírito Santo, com destino ao município de Tapera, no Norte do estado.
Segundo o Ibama, remetente e destinatário vão ser multados e responder por crime de maus-tratos a animais. A serpente está no Hospital Veterinário da Universidade de Passo Fundo (UPF) e será devolvida ao seu habitat natural assim que se recuperar.
MIRIAM DREYER -O CARA SURTOU DE BURRO É MAU

MACEIÓ- DENUNCIA QUE PM ATIROU EM SEU PRÓPRIO CACHORRO-

MULHER DENUNCIA QUE VIZINHO QUE É PM ATIROU EM SEU CACHORRO EM MACEIÓ, AL

Animal foi atingido por um tiro na mandíbula e esta internado em clínica. Militar se defende da acusação e diz que não pretendia atingir o cachorro.
Por Carolina Sanches
AL maceio baleado1Cachorro foi atingido por um tiro na boca e perdeu a mandíbula (Foto: Arquivo Pessoal/ Lídia Pereira)
Uma manicure denuncia que seu vizinho, que é policial militar de Alagoas, atirou contra o cachorro dela na rua que moram, no bairro da Jatiúca, em Maceió. Segundo a denúncia, o tiro foi deflagrado enquanto o carrocho baleado brigava com o animal do policial.
O caso ocorreu na noite de sexta-feira (16), na Travessa Dona Constança. A manicure Lídia Pereira conta que seu vizinho havia acabado de entrar em casa com o cachorro dele quando ela decidiu sair com seu animal preso pela coleira. Ela contou que, em um determinado momento, o militar abriu a porta da casa e o cachorro dele conseguiu escapar.
Os dois animais começaram a brigar na rua. “Ninguém conseguia apartar. Foi um desespero. Ele (o militar) puxava de um lado e eu de outro. Em um momento o filho dele ficou gritando para ele atirar no meu cachorro e foi o que ele fez. Sentou no meu cachorro e atirou em sua direção”, fala.
Ainda segundo a manicure, ao ser atingido, o cachorro dela fugiu do local. “Ele (o militar) pegou um saco e saiu pela rua falando que ia procurar ele para matar. Fiquei desesperada. Depois vi que meu vizinho voltou sem o cachorro e continuei as buscas para encontrá-lo”, conta.
Lídia disse que só ficou sabendo que o animal foi encontrado e estava em uma clínica na madrugada de sábado (17). “Me falaram que ele estava sendo atendido e que teria que fazer uma cirurgia. Só no sábado à tarde eu consegui descobrir onde era essa clínica. Um parente meu procurou meu vizinho para pedir que ele arcasse com as despesas e ele se negou”, diz.
O animal, que tem três anos e é uma mistura das raças pincher com pitbull, permanecia internado na clínica neste domingo (18). Ele passou por uma cirurgia e teve a mandíbula retirada.
O caso ganhou repercussão nas redes sociais e muitas pessoas contribuíram para as despesas do cão. A mobilização foi reforçada com o apoio da Ong Projeto Acolher, que está acompanhando o caso.
AL maceio baleado2Militar mostra marcas no pescoço de seu cachorro (Foto: Arquivo pessoal)
Militar se defende da acusação
O policial militar, que pediu para não ser identificado, se defende das acusações. Ele admitiu que atirou no animal da vizinha, mas disse que não tinha a intenção de atingi-lo. “O cachorro dela estava com os dentes no pescoço do meu cachorro. Tentamos separar, mas ninguém conseguia”, conta.
O militar diz que estava desesperado com a situação e atirou apenas para apartar a briga. “Agi em última instância e infelizmente o tiro pegou no cachorro. Atirei para o chão em um local que considerei seguro, mas o cachorro virou a cabeça e acabou sendo atingido”, conta.
O vizinho nega ter dito que iria atirar novamente no animal para matá-lo. “Procurei o cachorro, inclusive com ajuda de outros vizinhos, para levá-lo a uma clínica. Não iria matar o animal. Levei meu cachorro até uma clínica e ele está com as marcas dos dentes do outro cachorro, mas passa bem”, diz.
O militar disse que procurou a clínica onde o cachorro da vizinha está internado para saber como pode ajudar nas despesas. “Vou arcar com as despesas. Avisei na clínica isso e vou acompanhar o estado de saúde dele. Nunca tive nenhuma confusão com esta vizinha e nenhum outro. Tenho uma boa conduta e não iria fazer isso da forma com que estão me acusando”, completou.
MIRIAM DREYER - DEVIA SER TIRADO DA CORPORAÇÃO, RESPONDER PROCESSO E CANA.....MINÍMO 3 ANOS  EM RECLUSÃO SEM DIREITO A VISITAS INTIMAS E ETC......

CANADÁ- ADOTA PORCA, FICOU COM 300 QUILOS E AGORA SÃO ATIVISTAS VEGANOS,

CASAL CANADENSE CRIA PORCO DE 300 QUILOS EM APARTAMENTO

Por Heitor Vilela
CANADA pig-31
No começo de 2013, o casal canadense Steve Jenkins e Derek Walter adotou Esther, uma porquinha de apenas um mês de vida, que eles acreditavam ser um leitão pigmeu. Porém ao passar das semanas, o animal foi crescendo e tomando proporções gigantescas, bem maiores do que o esperado. Dois anos e 300 quilos mais tarde, a “pequena leitoa” se transformou em um animal gigante e que comercialmente valeria uma boa quantia em dinheiro.
Mas como todo animal de estimação, a porca Esther já fazia parte da vida de Steve e Derek, que não tiveram coragem de vender o bicho.
Quando perceberam o quão inteligente e amigável Esther era (porcos são tão inteligentes como os cães, e considerado por muitos especialistas, animais limpos), não podiam tolerar a ideia de que eles estavam comendo outros porcos que eram tão inteligentes e amigáveis quanto. O casal se tornou ativistas Veganos (quando não se consome nada de origem animal) e hoje mantém um abrigo que acolhe bichos abandonados ou em situação de descuido.
Confira as fotos do convívio diário do gigantesco bicho de estimação, com outros animais no apartamento:
Canada-esther1A porquinha Esther com apenas dois meses de vida.
Nos primeiros dois anos de criação a porca já pesava 300 quilos:
Canada-esther2Steve e a porca Esther, que se tornou um membro da família.
A porca se adaptou bem e convive em harmonia com os demais bichos de estimação do casal:
Canada-esther3

JOÃO PESSOA- PARAÍBA, MULHER ADOTA CACHORROS EM MAUS TRATOS, DEVIA RECEBER UMA CONDECORAÇÃO


MULHER ADOTA ANIMAIS EM SITUAÇÃO DE ABANDONO E MAUS-TRATOS HÁ 8 ANOS EM JOÃO PESSOA


ONG e Centro de Zoonoses atentam para benefícios pessoais e coletivos. Dona de casa moradora do bairro do Bessa já adotou oito cães da rua.
Por André Resende
PB joaopessoa andrea1Andréa Santos cuida de Mel e Scooby (Foto: Andréa Santos/Acervo pessoal)Na contramão do comércio de animais domésticos, Andréa Santos, de 55 anos, adota cachorros em condição de abandono e maus-tratos há cerca de oito anos. Atualmente com dois cachorrinhos, Scooby e Mel, a moradora do bairro do Bessa, em João Pessoa, prefere acolher a comprar. Em quase uma década, a dona de casa conta que já adotou oito cachorros, alguns já idosos, outros doentes. Para ela, apesar do desafio, a maior recompensa é ter o carinho retribuído à medida que vão ficando saudáveis.
“Adoto por amor. Dá trabalho, mas vale a pena ver o amor que eles dão de volta para a gente. Muitas vezes eles entendem a gente mais que outras pessoas, nos dão atenção. Crio cachorros há muitos anos e nunca precisei recorrer à compra porque tem muito bichinho abandonado precisando de um lar, de cuidado”, relatou. Iniciativas como a de Andréa Santos têm ganhando destaque, principalmente nas redes sociais.
A ONG Adota João Pessoa é um dos aliados na promoção de campanhas de adoção de gatos e cães de rua. Com mais de 27 mil curtidas, a entidade divulga em sua página em uma rede social animais abandonados que muitas vezes não precisam só de um casa, mas de tratamento veterinário. Alick Farias, uma das idealizadoras da página, explica que o maior problema é encontrar lares temporários para os bichos que precisam de cuidados médicos.
Alick Farias, que também é uma das coordenadoras da ONG, ressalta ainda que todo o tratamento e alimentação dos animais encontrados na rua são custeados pela própria entidade, que depende exclusivamente de doações. “Contamos com seis clínicas parceiras. Mais uns 20 voluntários que trabalham ativamente cedendo suas casas ou participando dos bazares que a gente promove para arrecadas fundos. Mas a demanda é muito grande por conta da repercussão da página. Precisamos de mais ajuda”, comentou Alick.
A Adota João Pessoa tem um conta corrente apenas para receber contribuições financeira destinadas à compra de medicamentos, ração e pagamento de tratamentos veterinários. “É uma via de mão dupla. Retiramos animais das ruas, muitas vezes doentes, e entregamos animais saudáveis que vão dar atenção e carinho a quem adota”, completa. Ainda segundo a idealizadora da página, os veterinários parceiros facilitam as consultas, dando descontos e facilitando o pagamento, mas que o ideal era ter mais parceiros para atender a demanda.
Se pelo lado individual há benefícios, pelo coletivo não é diferente. O gerente do Centro de Vigilância Ambiental e Zoonoses de João Pessoa (Cvaz), Nilton Guedes, salienta que a adoção de animais de rua ajuda no controle populacional, reduz o número de acidentes causados por bichos, a mortalidade de gatos e cachorros, e o risco da proliferação de doenças tanto entre os próprios animais quanto na transmissão para humanos.
Nilton Guedes alerta, no entanto, que não adianta adotar o animal da rua e não realizar a castração. “Não é só retirar o animal da rua ou dar comida. Tem que fazer a esterilização, ajudar no controle de natalidade. O papel fundamental da adoção é fazer um controle populacional. Não deixar que esses animais se reproduzam desordenadamente. Por isso oferecemos o serviço de esterilização gratuitamente no Centro de Zoonoses”, avaliou o gerente.
O serviço é exclusivo para moradores da capital paraibana. É preciso ir até o Cvaz, na Avenida Sérgio Guerra, no bairro dos Bancários, com um comprovante de residência, um documento de identidade, ser maior de idade e saber a faixa etária do animal. O Centro de Zoonoses também incentiva a adoção promovendo feiras em parceira com as ONG de proteção e defesa de animais.
Independente da raça, do tamanho ou da idade, Andréa Santos atenta que não existem diferenças quando se trata de carinho e atenção. "Minha filha veio me falar que queria um cachorrinho. Fui logo avisando que a gente ia encontrar um para ela. As pessoas ainda abandonam muitos animais na rua, principalmente quando estão velhos ou doentes. Já adotei bichinho cego, a maioria vira-lata, mas o amor não faz distinção", conclui a dona de casa.

SÃO ROQUE -SÃO PAULO- CASTRAÇÃO GRATUITA- É MELHOR DO QUE ABANDONO E NÃO DÁ CÂNCER

PREFEITURA DE SÃO ROQUE INICIA 'CAMPANHA DE CASTRAÇÃO' PARA FÊMEAS NO CCZ

SP saoroque castrar1(Foto: assessoria de impreensa)
A Prefeitura de São Roque iniciou nesta semana, por meio do Serviço de Controle de Zoonoses, o programa de castração gratuita de cães e gatos “fêmeas”. Os interessados devem comparacer no SCZ, portando RG, atestado de moradia e de rendimentos (até R$ 2.000,00).
Para outras informações sobre a iniciativa, que tem término previsto para o segundo semestre, basta entrar em contato pelo telefone (11) 4784-8551 . O SCZ fica no interior do Paço Municipal, na Rua São Paulo, 966 – Taboão. “A castração, evita que filhotes sejam abandonados nas ruas e que sofram maus-tratos. A Prefeitura vem fazendo o seu papel no que diz respeito ao animais, e novamente iniciamos uma importante campanha”, destaca o prefeito Daniel de Oliveira Costa.
Castrar ou não castrar o bichinho?
A castração é um procedimento de retirada dos testículos dos machos e dos ovários e do útero das fêmeas e não se limita apenas na conseqüência do controle populacional. A cirurgia evita também que os pets apresentem tumores de próstata e de mama, além de ajudar a moldar o comportamento dos bichinhos em relação à agressividade e à demarcação de território.
Nas cadelas não castradas, a incidência de câncer de mama é de 26%. Se castradas antes do primeiro cio, a incidência cai para 0,5%. Já nas gatas, a castração antes dos seis meses de vida previne 90% dos tumores de mama. Não há limite de idade para que um animal possa ser castrado. Os tutores que temem pela vida de seus animais dentro de um centro cirúrgico, podem ficar tranqüilos, o procedimento nas fêmeas é feito com apenas um pequeno corte no abdômen, pois não invade a cavidade abdominal.
Momento certo: Para que a prevenção ao câncer seja maior, o ideal é que a castração seja feita antes da maturação sexual dos pets:
Cães: Machos – antes dos oito meses de vida (raças de pequeno porte); antes de 12 ou 14 meses (raças de grande porte); Fêmeas – antes dos seis meses de vida.
Gatos: Machos – antes dos oito meses de vida; Fêmeas – antes dos seis meses de vida.
Observação: Uma cadela com filhotes recém-nascidos precisa esperar de 30 a 40 dias para ser castrada. Para gatos, o procedimento exige mais rapidez, pois, enquanto as cadelas entram no cio a cada seis meses, uma gata pode ficar prenha ainda durante o período de amamentação.

PORTUGAL ADOTA CAMPANHA PARA ADOÇÃO. O MUNDO COMEÇOU A MUDAR


PORTUGAL: ORGANIZAÇÃO ENCAMINHA 300 ANIMAIS PARA ADOÇÃO EM 2014


Portugal adoção
A Associação Um Animal Um Amigo foi reativada em 2014 e conseguiu que quase 300 animais fossem adotados. Ainda assim, o canil continua sobrelotado. Responsável da coletividade falou dos elevados custos em tratamentos clínicos e obras no canil e apelou à solidariedade dos trofenses.
Em atividade desde março de 2014, a Associação Um Animal Um Amigo (AUAUA) conseguiu que 279 animais fossem adotados. Os cães e gatos que ganharam uma nova família estavam no canil ou na sede da associação. No ano passado, a AUAUA encaminhou 124 animais para tratamento veterinário, como cirurgias e medicação.
Com um resultado operacional que orgulha os responsáveis, a AUAUA continua a não ter mãos a medir para o número de animais abandonados. Neste momento, o canil está sobrelotado, com o acolhimento de 64 cães e cinco gatos. Além disso, as elevadas despesas com tratamentos médicos, obras no canil e alimentação fazem com que a associação não se canse de pedir ajuda.

PET SHOP SAÚDE E SEGURANÇA PARA OS ANIMAIS

PET SHOPS DO BRASIL DEVERÃO GARANTIR SAÚDE E SEGURANÇA PARA ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO

Nova resolução do Conselho Federal de Medicina Veterinária está em vigor. Veterinário do pet shop fica responsável pelo bem-estar dos animais.
Brasil petshops1Objetivo é garantir a segurança e a saúde dos animais de estimação (Foto: Divulgação)
Os pet shops de todo o Brasil deverão se adequar a uma nova resolução do Conselho Federal de Medicina Veterinária, que foi criada para dar mais condições aos animais de estimação. O objetivo é garantir a segurança e a saúde deles, levando em consideração a iluminação e o espaço físico ideal para cada espécie.
De acordo com a norma, que já está em vigor, o médico veterinário do pet shop fica responsável pela higiene do local e pelo bem-estar dos animais expostos. "Já existe essa obrigatoriedade por uma Lei Federal desde 1968. Então, ela não está criando uma obrigatoriedade dos estabelecimentos possuírem veterinário mas, sim, normatizando o que o veterinário deve fazer", explica a veterinária Tatiana Pelucio.
A resolução também prevê que o veterinário avise formalmente o dono do pet shop sobre qualquer irregularidade encontrada no local e oriente sobre os procedimentos adequados. Caso a situação não seja solucionada, o profissional é obrigado a comunicar o problema ao conselho da categoria. A fiscalização é feita pelo Conselho Regional de Medicina Veterinária.
Os estabelecimentos e os profissionais que descumprirem as normas estão sujeitos a multa e punições administrativas. "Sempre que tiver a constatação de uma irregularidade pelo nosso fiscal os dois vão responder. O veterinário é responsável mesmo e se ele não comprovar que está tomando medidas para corrigir o que está errado acaba sendo conivente com a situação", continua Tatiana.
A resolução define o papel do veterinário dentro dos pet. shops., deixando os procedimentos organizados. A presença do profissional é importante para garantir que o animal receba o melhor atendimento possível. "Junto com essa lei agora a gente pode ter a condição de cobrar dos estabelecimentos que façam o manejo adequado de acordo com as boas práticas veterinárias e ofereçam o melhor seja um animalzinho em exposição, para doação ou para venda", esclarece a veterinária Pâmela Agostinho.

RATO? EU NÃO GOSTO MAS NÃO MATO. COMO FAZER PARA ACABAR COM ESSE PROBLEMA

SAIBA COMO REMOVER E AFASTAR CAMUNDONGOS DE CASA SEM LHES CAUSAR QUALQUER MAL

camundongo1
Se você viu um camundongo dentro ou em torno de sua casa, trata-se provavelmente de um camundongo comum, e você provavelmente tem algo que ele precisa para sua sobrevivência, como comida e abrigo. Estes companheiros mamíferos particularmente apreciam sementes, grãos e nozes. Os camundongos domésticos variam de 7 a 15 centímetros, tem pelagem marrom-acinzentada, orelhas pontudas, e cauda sem pêlos. Suas fezes têm forma de bastonete e podem fazer ruídos como de arranhões, nas paredes ou sótãos. Frequentemente fazem os mesmos caminhos entre seu ninho e comida, e deixam rastros nestes.
Os camundongos machos dominantes são noturnos; os machos menos dominantes podem se alimentar durante o dia. Eles só precisam de uma pequena quantidade de comida para sobreviver e podem viver por um tempo sem acesso à água potável. Seus ninhos são habilmente tecidos a partir de material fibroso desfiado, como tecido, papel, ou ervas secas. A vida de um camundongo é perigosa. Além de ser mal recebido nas casas, eles fazem parte significativa da cadeia alimentar para corujas, gaviões, e muitos outros predadores.
O que não usar:
Armadilhas feitas de cola são das mais desumanas já inventadas. Alguns animais mastigam até arrancar seus membros, na tentativa de libertar-se. Além disso, qualquer animal pode ficar preso e sofrer severamente em armadilhas de cola e substâncias pegajosas. Armadilhas de cola e substâncias adesivas destinadas a grudar nos ratos quando eles tocam ou caminham sobre a substância nunca devem ser usadas.
Raticidas (venenos) jamais devem ser usados. Eles causam sofrimento prolongado e hemorragia interna, e também podem envenenar outros animais e crianças. Um animal que comer um camundongo envenenado pode ser envenenado também. Ratoeiras também são cruéis e desnecessárias. Existem formas duradouras e muito mais eficazes para desencorajar camundongos e afastá-los.
Como remover os camundongos de uma casa:
1 – Os camundongos podem espremer-se através de buracos do tamanho de uma moeda. Tape buracos com lã de aço ou cubra-os com telas finas. Procure por buracos em canos, calhas e fios que levem para dentro de casa, onde o tapume ou vedação da casa se deteriorou, e onde a fundação esteja rachada. Verifique a existência de buracos do nível do solo para o telhado, se possível. Espuma de poliuretano em aerosol ou calafetagem podem ser aplicados sobre palha de aço para fortalecê-la.
2 – Sele aberturas sob e atrás de aparelhos com látex de calafetagem. Coloque bolas de algodão embebidas em óleo de hortelã-pimenta ou algum material (um pano, tecido, etc) usado e com cheiro de gato como um bloqueio temporário, até que você sele permanentemente os orifícios de entrada de sua casa.
3 – Camundongos são sensíveis a cheiros e particularmente não gostam de hortelã-pimenta. Embeba bolas de algodão com óleo de hortelã-pimenta, coloque-as nos caminhos utilizados pelos camundongos, ou onde você vê evidência deles. Você também pode preencher um pequeno frasco de spray com 1/4 xícara de água e 40 gotas de óleo de hortelã-pimenta. Agite o frasco e borrife em rodapés e dentro de armários, ao longo de suas extremidades posteriores.
4 – Mantenha comedouros de aves limpos e sem sementes espalhadas. Sementes atraem ratos, camundongos, aves de rapina (que acham que é um lugar conveniente para capturar um pássaro ou roedor distraído), e outros animais selvagens. É melhor para as aves selvagens e do ecossistema que você ofereça uma tigela ou banheira para pássaros do que alimentadores. Aves precisam de água doce para tomar banho e beber durante todo o ano, portanto as aves serão atraídas pela água, especialmente se a banheira for mantida limpa e a água trocada diariamente.
5 – Alimente animais de estimação dentro de casa e armazene alimentos para animais de estimação não consumidos na geladeira.
6 – Varra migalhas e outros alimentos caídos prontamente.
7 – Guarde todos os alimentos em recipientes de metal ou de vidro à prova de ratos. “Alimento” inclui alpiste, ração animal, lixo de todos os tipos e compostagem. Camundongos podem roer latas de lixo de plástico, tubos de plástico e madeira.
8 – Cubra caixas de adubo com telas finas de arame.
9 – Elimine locais de nidificação, reduzindo a desordem dentro de casa, removendo pilhas de detritos e utensílios descartados, e colocando lenha e veículos à distância da casa. Mantenha uma borda de cascalho ou pedregulhos em torno da fundação, do lado de fora da casa. Estas medidas também irão reduzir o número de lugares onde os camundongos podem armazenar seus alimentos.
10 – Certifique-se de limpar os caminhos, áreas de armazenamento de alimentos e áreas de nidificação dos camundongos. Limpe as superfícies com desinfetante. Jogue fora todo o alimento que os ratos tocaram.
11 – Há armadilhas para ratos que não causam nenhum mal ao animal, capturando-o ileso. Não solte camundongos capturados em uma área desconhecida. Libertar camundongos em ambiente externo, perto de uma pilha de lenha, fornece a eles um lugar onde podem fazer a transição para uma vida ao ar livre. Certifique-se de que todos os orifícios de acesso que eles usaram para entrar na casa estejam selados. Depois de ter selado aberturas para a casa você pode precisar montar uma ou mais armadilhas destas, para vários dias, a fim de capturar qualquer camundongo que possa estar preso dentro da casa selada. Coloque as armadilhas “humanas” onde você encontrar evidência de camundongos, como seus excrementos.
12 – Solte em ambiente externo qualquer camundongo preso nas armadilhas de dentro de sua casa. A maioria das armadilhas humanas (como armadilhas Havahart) permitem que você libere o camundongos sem tocá-los.
13 – Outra forma fácil de capturar camundongos humanamente: pegue um balde alto, esfregue manteiga de amendoim em um anel no interior da circunferência do balde, e posicione tijolos ou caixas como degraus contra o balde, para que os camundongos possam subir e cair dentro. Coloque toalhas dobradas sobre o fundo do balde onde os camundongos vão cair. Cubra com uma toalha a parte de cima do balde e liberte os camundongos ao ar livre, longe de casa, perto de uma pilha de lenha.
IMPORTANTE: Verifique qualquer armadilha que você monte de hora em hora, para evitar que os camundongos sofram devido à captura e falta de alimentos.

LOBO ESTÃO DE VOLTA A EUROPA...................DEVE TER DIMINUÍDO A CAÇA?

GRANDES CARNÍVOROS, COMO O LOBO, ESTÃO DE VOLTA À EUROPA

Por Lúcia Müzell
Europa lobos1Lobos estão cada vez mais presentes na França. (Flickr/Creative Commons/webermat)
Lobos, ursos, linces e glutões estavam à beira da extinção na Europa no século passado, afetados pela urbanização crescente e a caça. Agora, a população dos principais carnívoros de grande porte do continente não para de aumentar. O fenômeno demonstra que a coexistência entre os homens e os líderes da cadeia alimentar é possível.
Um amplo estudo publicado na revista cientifica Science constata que os lobos são os mais preparados para se desenvolver, apesar da interferência humana e das mudanças climáticas em seu habitat. Eles dependem menos das baixas temperaturas e são capazes de revirar lixos para sobreviver, se não encontram presas naturais pelo caminho.
A situação pode causar desconforto para os humanos, que precisam encontrar um equilíbrio com os predadores. Segundo Guillaume Chapron, coordenador do estudo e professor da Universidade Sueca de Ciências Agrícolas, os animais não precisam estar em uma área isolada das pessoas para sobreviver.
“O que devemos ter claro é que coexistência não significa ausência de conflito. Os grandes carnívoros são, quase sempre, aqueles vizinhos que podem causar prejuízos e com os quais não é muito fácil conviver”, afirma.
O retorno dos grandes carnívoros aconteceu nos últimos 20 anos. Cerca de um terço da Europa possui alguma espécie de predador de grande porte. Os ursos pardos são encontrados em 22 países, linces em 23 e os lobos em 28.
Resistência
O caso do lobo é o mais emblemático, já que o animal não se beneficiou de nenhuma reinserção na natureza, ao contrário dos linces e ursos. Pouco a pouco, eles foram se reproduzindo e voltando a povoar regiões que sempre ocuparam, como os Alpes.
A situação obriga as localidades a se prepararem para esse retorno, muitas vezes assustador. Mas Chapron garante que a melhor proteção é o respeito do espaço dos animais – um predador alimentado e em paz jamais vai atacar o homem.
“Tem mais mortes de homens por ataques de abelhas do que por grandes carnívoros. É preciso fazer a diferença entre o risco real e a sensação de risco”, destaca. “O risco real é muito fraco, a tal ponto que é impossível estimá-lo. Mas a sensação de risco é elevada, porque todo mundo tem medo do lobo mau. No entanto, se olharmos os números, o lobo mau vive a sua vida e não vai querer atacar os homens.”
Agricultores preocupados
Os lobos retornaram aos Pirineus franceses, onde atacam rebanhos e provocam a ira dos produtores rurais. No ano passado, uma autorização excepcional para a caça do animal foi autorizada na região.
“A coexistência é mais difícil nos lugares onde eles tinham desaparecido. Na França, há 30 anos não tinha mais lobos. Agora, ele está voltando, mas as pessoas desaprenderam a conviver com o lobo. Da Romênia, ele jamais sumiu, portanto o conflito é bem menos violento”, explica.
A legislação europeia rigorosa sobre a preservação e a caça dos predadores teve um papel fundamental na recuperação “estável ou em aumento” das populações. A Convenção de Berna de conservação da vida selvagem, assinada em 1979, e a diretiva Habitat, de 1992, são os principais textos que permitiram aos grandes carnívoros voltar a se espalhar no continente europeu.

IRLANDA - CONCEDER DIREITOS DE PESSOAS NÃO-HUMANOS, PONTA PARA IRLANDA, BRASIL COMO SEMPRE VAI SER O ÚLTIMO

IRLANDA PODE SER O PRÓXIMO PAÍS A CONCEDER AOS MACACOS A CONDIÇÃO E OS DIREITOS DE 'PESSOAS NÃO-HUMANAS'

Por Anna Vallery / Tradução de Natália Prieto
Argentina orangotango
decisão da Argentina ao conceder o status de "pessoa não-humana" a orangotango Sandra foi destaque em muitos noticiários mundiais. Infeliz com sua vida no Zoológico de Buenos Aires, Sandra será transferida a um santuário de primatas no Brasil. Em sua nova casa, Sandra terá contato com outros animais e não será obrigada a conviver com as multidões que a assustavam.
O caso de Sandra está abrindo caminho para que outros animais também conquistem esse direito. Mas, infelizmente, Tommy, um chimpanzé de Nova Iorque, não teve a mesma sorte. A cidade determinou que “chimpanzés não têm direitos humanos" por parte dos tribunais, já que um pedido de habeas corpus nunca foi utilizado antes em casos semelhantes.
No entanto, ativistas da Irlanda estão animados com o sucesso do caso de Sandra. A ARAN - Animal Rights Action Network (Rede de Ações dos Diretos Animais) - maior grupo de direitos animais da Irlanda, já traçou um plano para que os macacos do zoológico de Dublin conquistem o mesmo direito nos tribunais.
Leo Oosterweghel, diretor do Dublin Zoo, foi entrevistado sobre o assunto e alegou que não era "contra" a ação e ainda entendia o motivo do protesto dos ativistas.
"A fronteira que diferencia macacos e seres humanos é muito turva e não há um dia sequer que eu não fique surpreso com as semelhanças de nossos comportamentos. O campo da ética animal é uma área que está evoluindo rapidamente”, afirma.
Apesar de não ser a favor da libertação dos 16 macacos do zoológico, Oosterweghel disse que assistirá o desenvolvimento dessa história com grande interesse.
A Irlanda, junto com outros países, está tomando algumas medidas para conceder novos direitos aos animais. A Índia, por exemplo, aprovou em 2013 uma lei que reconhece golfinhos como “pessoas não-humanas”. Essa lei proíbe mantê-los em cativeiros, medida que já acarretou o fim das atividades de muitos parques marinhos no país. Romênia e EUA também estão lutando para reconhecer golfinhos como “pessoas-não humanas”. A cidade de Malibu, Califórnia, lançou uma proclamação no início deste ano declarando que golfinhos e baleias “têm o direito à liberdade”.
John Carmody, presidente da ARAN, está animado para acompanhar as mudanças no mundo após o caso de Sandra. "A conquista abre caminho para todos os primatas, o que pode abalar a indústria de zoológicos em todo o mundo. Acho que o Dublin Zoo deveria ficar preocupado”.

https://www.facebook.com/miriam.dreyer MIRIAM DREYER FACEBOOK E BIADREYER TWITTER

pode ver no facebook, minha luta continua lá também  https://www.facebook.com/miriam.dreyer

SÃO PAULO- AGUDOS- PROGRAMA DE CUIDADOS E PROTEÇÃO DE ANIMAL ABANDONADOS

AGUDOS (SP) CRIA PROGRAMA DE CUIDADOS E PROTEÇÃO AOS ANIMAIS ABANDONADOS

SP agudos programa2b61278c9b
Diariamente, animais são abandonados em todos os cantos da cidade. Ao perceber que seus cães ou gatos cresceram, os donos se desfazem deles nos locais públicos, onde ficam expostos a condições de tempo, parasitas, doenças, infecções, falta de alimentação adequada, procriação desordenada e maus-tratos.
Pensando em uma solução para o problema, a Prefeitura de Agudos em parceria com as secretárias de Saúde, Educação e Agricultura e Meio Ambiente criou o Programa de Cuidados e Proteção aos Animais Abandonados. Com o objetivo principal de promover campanhas de conscientização, oferecer cuidado e promover oportunidade de adoção, contribuindo assim para a diminuição da quantidade de animais nas ruas.
Ao longo de 2015, os animais serão identificados, resgatados, castrados e colocados para adoção, visando melhores condições de vida a esses seres vivos. Em paralelo as campanhas diretamente ligadas ao animal, acontecerão campanhas de conscientização nas escolas da Rede Municipal. Os alunos receberão visitas de especialistas e orientação quanto ao trato dos animais, os benefícios e responsabilidades de uma adoção consciente.
"As crianças assimilam facilmente o conhecimento que você transfere a ela. Por isso, não podemos deixar que elas cresçam vendo animais abandonados nas ruas, sem que nada seja feito. O processo de conscientização é fator predominante para o sucesso desse programa. A criança consciente atinge todos em sua casa, levando a mensagem e fazendo viável nossas ações", ressalta o prefeito Everton Octaviani.
De imediato, os organizadores do evento trabalham com o levantamento quantitativo de animais abandonados e definição do calendário de atividades e eventos que farão parte do programa. Atualmente, a cidade conta com a lei de maus-tratos contra animais que visa punir, com multa no valor de R$ 200,00 (duzentos reais), quem for identificado praticando o crime de abandonado ou agressão a animal doméstico. A multa é aplicada a pessoa física e caso não seja quitada, essa pendência vai para a dívida ativa, o que dificulta qualquer empréstimo ou parcelamento, tirar certidões ou qualquer atividade que utiliza o CPF (Cadastro de Pessoa Física).

REDE BICHOS CRIA RÁDIO PARA DISCUSSÃO SOBRE ANIMAIS

Hoje(18), às 23h, reapresentação na Radio Rio de Janeiro, 1400kHz - Programa Uma Bandeira para o Futuro.
Como entendo a luta pelos animais. 
Pesquisas, rituais religiosos, venda nas lojas, abandono, maus-tratos. A luta da Suipa. O caminho da libertação.
http://www.radioriodejaneiro.am.br/ ou na frequencia 1400kHz - AM.

PARANÁ, HOJE O BRASIL ACORDOU COM A MACACA, SEM FOTOS, QUER PENDURAR ALGUÉM, E FAZER MALDADE, PENDURA SEU PESCOÇO CURITIBANO DO BAIRRO TATUQUARA

CÃO É PENDURADO PELAS PERNAS E COME PATA PARA TENTAR SE SOLTAR

Um cão foi pendurado pelas patas durante a madrugada deste sábado (17) no bairro Tatuquara, em Curitiba. Para se soltar, o animal – que vive em uma terreno com um catador de material reciclável e é cuidado por vizinhos – comeu parte de sua pata traseira esquerda.
Os moradores cortaram a corda que o suspendia. Após o caso, a Rede de Defesa e Proteção Animal de Curitiba conseguiu resgatar o animal que foi encaminhado para uma clínica onde passará por uma cirurgia pois há risco de infecção no local do ferimento.
Nenhum suspeito de cometer a maldade com o animal foi encontrado pelos moradores

PERNAMBUCO TAMBÉM NÃO FICA DE FORA HOJE DIA 18 DE JANEIRO- MALDADE É NO BRASIL INTEIRO

CÃES E GATOS SÃO ENCONTRADOS MORTOS EM LAGOA GRANDE, PE

Mais de dez cães estavam mortos na Praça de Alimentação, no Centro. Animais teriam consumido pedaços de carne envenenados.
PE lagoagrande caes e gatos mortosCães são encontrados mortos em Lagoa Grande (Foto: Paulo Sérgio Freire/ Arquivo pessoal)
Neste sábado (17) foram encontrados mortos mais de dez animais, entre cães e gatos, na Praça de alimentação da Avenida da Uva e do Vinho que fica no Centro de Lagoa Grande, no Sertão de Pernambuco. Segundo informações de moradores, os animais teriam consumido pedaços de carne envenenados.
PE lagoagrande caes mortosCorpos de animais (Foto: Paulo Sérgio Freire/Arquivo pessoal)De acordo com o morador, Paulo Sérgio Freire, junto aos corpos dos animais também foi achada uma sacola com um número de lote e data de validade, um possível recipiente da carne que foi dada aos animais. A autoria do crime ainda é desconhecida.
A Polícia civil foi acionada pela população, mas não chegou a comparecer ao local. A PC informou que a investigação do caso só deverá ser feita após um registro de um Boletim de Ocorrência, que ainda não havia sido feito por nenhum morador.
Os corpos dos animais foram recolhidos por um veículo da Prefeitura de Lagoa Grande.

CHUMBINHO.SÃO PAULO- BRAGANÇA PAULISTA - QUANDO O GOVERNO VAI ENSINAR NAS ESCOLAS QUE ISSO É PROIBIDO E QUANDO VAI SER PRESO QUEM VENDE?


PREFEITURA DE BRAGANÇA PAULISTA (SP) MULTA 

CIDADÃO POR ATIRAR COM ARMA DE CHUMBINHO 

EM CÃO


SP bragancapaulista Cachorro-e-atingido-com-arma-de-chumbinhoCachorro é atingido com arma de chumbinho.
Na última segunda-feira, dia 12, a Secretaria do Meio Ambiente recebeu fotos e laudos veterinários comprovando a denúncia, realizada no órgão, de um cachorro atingido por uma arma de chumbinho nas proximidades do bairro Jardim Santa Helena II.
Em vistoria ao local, fiscais abordaram várias testemunhas que presenciaram o ato de maus-tratos contra o cão. O denunciado recebeu os fiscais em sua residência e assumiu que atirou no animal para assustá-lo e afastá-lo da residência, sendo que não socorreu o cão por medo de ser "linchado" pelos vizinhos.
Os exames encaminhados junto à documentação comprovaram que o chumbinho está alojado no úmero (parte superior da pata) do animal, sendo necessário cuidados especiais, pois o chumbinho pode intoxicação.
A Secretaria do Meio Ambiente tomou as medidas administrativas cabíveis, conforme o inciso I do Art. 37 da Lei Municipal 4311/2012, autuando e multando o denunciado. Além disso, o caso foi oficializado junto ao Ministério Público para análise de possível Crime Ambiental.
O cão está sob guarda provisória do interessado na adoção do mesmo, que preencheu a Ficha de Guarda do Animal e Termo de Responsabilidade, além de seguir com o tratamento médico veterinário.
SP bragancapaulista Raio-X-mostra-o-chumbinho-no-cachorroRaio X mostra o chumbinho no cachorro.

ARAPIRACA - ALAGOAS , MAS POR MIM NEM CARROCINHA, CASTRAÇÃO E VACINAÇÃO


SEM CARROCINHA E MATERIAL, C.C.Z. NÃO REALIZA TRABALHO EM ARAPIRACA, AL


Por Clau Soares
AL arapiraca ara00045041Foto: Clau Soares
O silêncio e a calmaria contrastam com o ramo de trabalho. Nas baias, nada de cães, gatos ou cavalos. Tudo é tranquilidade. Em um canto, funcionários aproveitam a brisa do pátio para colocar a conversa em dia. Ali, pertinho deles, um cachorro com aspecto de abandonado tira uma soneca. Um gato magro cruza o espaço. Este foi o cenário encontrado pela reportagem do Portal 7 Segundos no Centro de Controle de Zoonoses, em Arapiraca, na quinta-feira, dia 8 de janeiro.
Lá, conversamos com alguns funcionários que informaram que os trabalhos estão em ritmo lento devido à falta de veículo para capturar os animais. A carrocinha, usada há 14 anos, está mais uma vez na oficina. "Vive mais na oficina do que nas ruas", disse um deles que não quis se identificar. Enquanto isso, nas ruas da cidade, centenas de animais saudáveis, doentes e atropelados chamam a atenção da população.
O diretor do C.C.Z. explica que o órgão só recolhe animais doentes ou atropelados. É ainda competência do Centro oferecer vacina anti-rábica e fazer castração. As vacinas estão sendo fornecidas, mas as castrações não são feitas, segundo o gestor, porque falta material. O C.C.Z tem hoje dois veterinários à disposição, entretanto, a mão de obra está, obviamente, subutilizada.
Enquanto isso, um grupo de jovens da cidade busca apoio da iniciativa privada para ajudar no resgate de cães, gatos e até cavalos abandonados nas vias da cidade. O trabalho é árduo, caro e ainda compromete o emocional das participantes. Os pedidos de ajuda financeira são quase diários. Na página do grupo Protetoras Arapiraca, no Facebook, são inúmeros os apelos de doações de dinheiro, material de limpeza, remédios veterinários e ração. Sobra boa vontade, mas falta todo o resto.
Uma das integrantes, a estudante Mariana Oliveira, avalia a realidade da proteção animal, em Arapiraca. "Antes mesmo de iniciarmos esse acompanhamento direto com os animais de ruas já era notória a situação de calamidade no município. Em todas as ruas, todos os bairros, são vistos muitos animais abandonados, passando fome, sede e sem nenhum cuidado", disse.
O diretor do C.C.Z. afirmou ainda que a grande quantidade de animais nas ruas está associada ao abandono dos antigos tutores. Segundo ele, os tutores colocam os animais para passear, soltam e estes acabam se juntando à massa de bichos abandonados. Ele frisou que a obrigação de recolher é do dono do animal e não do poder público.
Para os voluntários do grupo Protetoras Arapiraca é necessário realizar uma ação urgente para, ao menos, minimizar a situação. A cada dia crescem as denúncias de animais nas ruas, mas sem recursos financeiros pouco pode ser feito. "Falta lar temporário, faltam doações suficientes para que possamos bancar o tratamento e alimentação dos animais resgatados. As pessoas se comovem muito, mas poucas doam e ajudam, infelizmente", relata Mariana Oliveira.
Quem circula por Arapiraca, não raro, se depara com cães pelas ruas. O veterinário Kellmany Lopes explica que tantos cachorros soltos são um perigo para a saúde pública. "O maior risco está no potencial de transmissão de zoonoses, pois estes cães jogados na rua, solitários ou em matilha, têm mais chances de contrair doenças transmissíveis a outros cachorros e também a seres humanos", disse.
A Prefeitura Municipal de Arapiraca também foi consultada acerca das condições de funcionamento do Centro de Controle de Zoonoses. Por meio da assessoria de comunicação, foi informado que, de fato, a carrocinha está em manutenção, mas o material para castração está sendo providenciado. Além disso, será realizada uma reunião na terça-feira (20), no Centro Administrativo, às 14 horas, com o C.C.Z. e grupos de apoio aos animais, para traçar planos e trocar ideias acerca do problema.

CÃES ABANDONADOS - RIO BRANCO - ACRE

ABANDONADOS EM TERRENO HÁ DOIS MESES, CÃES SÃO RESGATADOS NO AC

AC riobranco 9be5d5850d347b1c8cafbae1f7a203a6Dois cães foram resgatados em um terreno abandonado, na manhã deste sábado (17), no Bairro Abrahão Alab, em Rio Branco, por representantes do Ministério Público (MP-AC), policial militar e voluntários da Sociedade Amor a Quatro Patas, após denúncia de vizinhos. A denúncia foi feita ainda no ano passado à Sociedade, que passou as informações para a Polícia Ambiental. O policiamento abriu um processo no MP-AC, para obter uma ordem judicial para entrar no local e resgatar os animais que estavam no espaço há mais de dois meses.
Uma das vizinhas, que pediu para não ser identificada, comprava ração e com a ajuda de um balde amarrado a uma corda levava alimento e água aos animais, por cima do muro. "Quando olhei pela primeira vez eles mal andavam, foi aí que comecei a comprar ração e todo dia deixava pra eles", diz.
De acordo com a presidente da Ong , Luciana Souza, os vizinhos perceberam que os animais estavam sem alimentos e água, pois o dono do terreno não aparecia há dias no local. Luciana foi informada que o proprietário aparece de vez em quando na propriedade.
"É um terreno murado, não tem casa. Então os moradores nos ligaram pedindo que resgatássemos os cachorros. Estávamos esperando o Ministério Público autorizar nossa entrada no terreno", conta.
Ainda de acordo com Luciana, representantes da entidade tentaram entrar em contato com o proprietário do local por telefone, mas as ligações não foram atendidas. "Ligamos várias vezes mas ele não atendeu e nem retornou nossas ligações, inclusive, os próprios vizinhos tentaram falar com ele, mas também não conseguiram", explica.
O promotor Vinícius Menandro, que está respondendo pela Promotoria Especializada de Defesa do Meio Ambiente, explicou que abandonar animais é configurado crime ambiental.
"Nós constatamos uma situação de flagrante delito de maus-tratos. Nesses casos, a Constituição permite o ingresso na residência para resgatar os animais. Nós não conseguimos encontrar o proprietário, os vizinhos disseram que há dois meses ele não aparece na casa. O tutor dos animais vai responder por crime de maus-tratos previsto na lei de crime ambiental".
O promotor disse ainda que os animais vão passar por uma avaliação em uma clínica veterinária. "Agora eles vão ser encaminhados para receber os primeiros socorros e depois restituídos a uma vizinha que se prontificou a ficar com eles até o tutor se apresentar", finalizou.

MACEIO- O BRASIL DANADO- CAVALOS E ÉGUAS ENVENENADAS , PORQUE TAL MALDADE


APÓS DENÚNCIA DE ENVENENAMENTO, OUTROS 3 CAVALOS MORREM EM MACEIÓ


Agora são cinco os animais mortos em chácara no Village Campestre II. Duas éguas, uma delas prenha, ainda agonizam.
Por Derek Gustavo
AL maceio img 20150117 175656466Cavalos foram envenenados. Tutor suspeita que substância tóxica foi colocada na comida (Foto: Derek Gustavo / G1)
Um dia após a denúncia do suposto envenenamento de sete cavalos em uma chácara localizada no bairro do Village Campestre II, outros três animais morreram na madrugada deste domingo (18), Agora, o número de animais mortos chega a cinco. Duas éguas, uma delas prenha de três meses, ainda agonizam.
Uma amiga da família, chamada Magna Soares, contou à reportagem do G1 que o tutor  dos animais percebeu a morte dos três cavalos quando chegou à propriedade, na manhã deste domingo. "Eles não conseguiram fazer nada para evitar a morte dos três. Eles dizem que talvez consigam salvar uma das éguas, mas as chances são mínimas de que isso aconteça", explica.
Magna foi a responsável por fazer a denúncia do suposto envenenamento no sábado (17). O proprietário da chácara, Cícero Messias da Silva Júnior, disse que percebeu que os animais estavam passando mal na manhã do dia anterior. Um veterinário constatou os sintomas de envenenamento. "Acredito que algo foi colocado no cocho onde eles comem", falou.
O filhote da égua que está prenha, e que ainda está saudável, foi isolado. Outros dois cavalos haviam sido encontrados mortos. Apesar da gravidade da situação, Silva Júnior disse que não irá prestar queixa na polícia. "Já aconteceu isso outra vez aqui quando quatro cavalos foram envenenados e nada foi resolvido. Por isso não vou prestar queixa", disse.
Dois dos cavalos que morreram há dois anos pertenciam a José Antônio lamenha dos Santos. Ele lamenta estar passando pela mesma situação mais uma vez. "A gente luta, batalha para conseguir as coisas e aí vem alguém e faz mal a um animal desses. Isso não existe", desabafa.
Cães envenenados
A chácara onde os animais apresentaram sintomas de envenenamento é vizinha do Projeto Acolher, uma instituição que cuida de animais abandonados e vítimas de maus-tratos, e onde sete cães foram envenenados no dia 12 de novembro do ano passado. Quatro deles morreram no mesmo dia, e os outros alguns dias depois.
Em entrevista ao G1 na época da ocorrência, a presidente da instituição, Naíne Teles, disse que alguém deve ter jogado comida com alguma substância tóxica por cima do muro da sede. "Os animais foram acolhidos e viviam aqui na sede do projeto, nós só os alimentamos com ração e quando encontramos pedaços de tripa e carne desconfiamos de um envenenamento".
Alguns dias depois, no dia 25 de dezembro, voluntários do Núcleo de Educação Ambiental Francisco de Assis (Neafa) denunciaram o envenenamento de 17 cães que estavam abrigados na instituição. O caso se deu em moldes semelhantes ao ocorrido no Projeto Acolher. Ao todo, 11 animais morreram.

CÃO SOBREVIVE!! ESSE FOI MUITO ESPERTO , MAS DEVE TER SENTIDOS DORES ATROZES

CÃO QUE ARRANCOU PARTE DA PATA APÓS SER PRESO PASSA POR CIRURGIA

​Cachorro vivia em terreno com um catador de materiais recicláveis.
PR curitiba tn 36d2ed310f cao-51Cachorro que mordeu e arrancou parte da própria pata foi submetido a um procedimento cirúrgico para amputar a perna (Foto: Juliano Cunha – Banda B)O cachorro que mordeu e arrancou parte da própria pata foi submetido a um procedimento cirúrgico para amputar a perna na noite de sábado (17) e passa bem. O caso chegou até a Banda B após moradores do bairro Tatuquara, em Curitiba, perceberem que o animal havia sido pendurado pelas pernas. As cordas foram cortadas, no entanto, como as patas seguiam amarradas, o cão mordeu e arrancou parte da pata.
O cão vivia em um terreno com um catador de materiais recicláveis, na Rua Ignez de Souza Soares, desde que apareceu no local. O homem pediu ajuda aos vizinhos quando viu o cachorro amarrado. Entenda o caso completo clicando aqui. O animal teve a perna amputada e segue internado, mas já em estado estável.
Em entrevista à Banda B, o coordenador da Rede de Defesa e Proteção Animal de Curitiba, Paulo Roberto Colnaghi, afirmou que, além do socorro imediato, quer a punição dos responsáveis pelos maus-tratos.

CAVALO AGREDIDO EM ITAJAÍ , SANTA CATARINA


CAVALO É AGREDIDO POR CARROCEIRO ATÉ A MORTE EM ITAJAÍ, SC


Animal desmaiou por excesso de esforço e calor.
Por Anderson Bernardes
SC itajai 4320431704895283863Animal foi encontrado morto pelos servidores da Famai. (Foto: Divulgação/ND Vale)
Um cavalo que puxava uma carroça foi morto pelo tutor, na noite de quarta-feira (14), na zona rural de Itajaí. De acordo com informações da Fundação Municipal do Meio Ambiente (Famai), o animal teria desmaiado pelo excesso de calor e esforço.
De acordo com testemunhas, o tutor bateu no cavalo para que ele levantasse e quando a fiscalização chegou ao local o animal estava morto. O crime aconteceu na avenida Itaipava. O tutor do animal foi preso e encaminhado à Central de Plantão Policial, assinou um Termo circunstanciado e foi liberado em seguida.

CÃES BRAVOS, O QUE FAZER? RESPONSABILIDADE DO GOVERNO

MUNICÍPIO TEM OBRIGAÇÃO DE ABRIGAR CÃES BRAVOS ABANDONADOS

Por Jomar Martins
ACOESPUBLICAS cachorro-nervoso1O abrigamento de cães abandonados ou soltos na via pública é de competência dos municípios, visto que se trata de medida necessária à preservação da saúde pública e do meio ambiente, nos termos do artigo 23, incisos II e VII, da Constituição Federal; e do artigo 13, da Constituição do estado do Rio Grande do Sul. O entendimento levou a 4ª Câmara Cível a negar recurso impetrado pelo município de Porto Alegre, que tentou se eximir da determinação de recolher e abrigar cães bravos das ruas, expedida pela 10ª Vara da Fazenda Pública da Capital.
O município argumentou que o abrigamento de cães bravos demanda despesa muito maior que a de qualquer outro cão. Além disso, observou que o deferimento da pretensão poderá implicar comprometimento com as metas fiscais previstas pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), conquanto orçamento foi aprovado sem a previsão destes gastos.
‘‘E foi justamente no exercício dessa competência administrativa estabelecida nas Cartas Constitucionais Federal e Estadual que o Município de Porto Alegre estabeleceu (nesta mesma gestão do Prefeito Municipal em exercício), pela Lei Complementar Municipal 624/2012, sua própria atribuição e poder de polícia para recolher e apreender animais de modo sumário (artigo 72, parágrafo único), em caso de iminente risco à segurança e à saúde da população, o que se mostra inteiramente afinado com a decisão judicial contra a qual investe neste recurso, contraditoriamente’’, escreveu no acórdão o desembargador-relator do Agravo de Instrumento, Eduardo Uhlein.
Com a decisão unânime do colegiado, ficam mantidas as determinações do juízo de origem, que mandou recolher e abrigar os animais com perfil agressivo com a ajuda concorrente do Estado, sob pena de multa para cada caso de descumprimento. O acórdão foi lavrado na sessão de julgamento do dia 17 de dezembro.
Ação Civil Pública
O caso começou quando o 1º Batalhão do Comando Ambiental da Brigada Militar — a Polícia Militar gaúcha — passou a ter dificuldades em dar um destino correto a cães agressivos apreendidos na via pública, pela falta de um canil preparado para acolhê-los. Como a competência para cuidar deste assunto é concorrente, o município de Porto Alegre e o estado do Rio Grande do Sul ficaram num jogo-de-empurra, impasse que obrigou o Ministério Público estadual a entrar em cena por meio de uma Ação Civil Pública. 
Liminarmente, o MP-RS pediu que a Justiça declare que ambos têm competência para recolher os cães com perfil agressivo nas vias públicas de Porto Alegre, ficando a municipalidade com a incumbência de oferecer o devido abrigo. Conforme a inicial, o estado do Rio Grande do Sul poderia atuar em caráter subsidiário para as hipóteses de omissões.
O juiz da 10ª Vara da Fazenda Pública do Foro Central da Capital, Luís Felipe Paim Fernandes, reconheceu o interesse da coletividade em recolher estes animais, além da competência solidária entre estado e município. Em Porto Alegre, discorreu no despacho, esta tarefa cabe à Secretaria Especial dos Direitos dos Animais (Seda), segundo a Lei Municipal 11.101/2011, que a criou. Logo, a guarda de animais domésticos com este perfil é da Seda, que, inclusive, conta com projeto de ressocialização para incentivar a adoção especial.
Em face da fundamentação, o julgador deferiu o pedido de antecipação da tutela para determinar que estado e município, de forma solidária, recolham cães bravios que estejam soltos na via pública sempre que acionados pelos fones 156 (Seda) e 190 (emergência da Brigada Militar). Se ambos não divulgarem este serviços em seus respectivos sites, após a intimação oficial da decisão, pagarão multa, por episódio notificado, de R$ 5 mil.
O juiz também determinou que o município de Porto Alegre, após o recolhimento, providencie o abrigamento dos animais, para adoção especial. Se comprovar impossibilidade de cumprir a decisão neste ponto, a municipalidade foi autorizada a pedir o apoio do estado. Também neste caso, a multa cominada por descumprimento foi arbitrada em R$ 5 mil, por episódio verificado. As multas, se pagas, serão revertidas para o Fundo Municipal de Defesa ao Meio Ambiente.